quarta-feira, 18 de abril de 2012

Na internet nós vamos buscar ideias,para nos auxiliar em nosso plano de aula, quando os educadores tiverem dúvida ou quiserem acrescentar novas possibilidades para um mesmo conteúdo. Mas queremos ter a liberdade de fazermos nosso plano de aula dentro da nossa realidade. Mesmo porque copiar um trabalho da internet é plágio e não é nosso caso.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

SITE EDUCATIVO PARA APRENDER BRINCANDO: http://www.atividadeseducativas.com.br/
PEDAGOGIA E MOTIVAÇÃO – INCENTIVO AO EDUCADOR ATUAL O LÚDICO E A APRENDIZAGEM  PARA  CRIANÇAS
NAS SÉRIES INICAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL.

Marlise Clorinda Suman Claudino
marlise.claudino@acad.utp.br
Aluna de Pedagogia, FCHLA
Universidade Tuiuti do Paraná
  
Na sociedade de mudanças aceleradas em que vivemos, somos sempre levados a adquirir competências novas, pois é o indivíduo a unidade básicas de mudança. A utilização de brincadeiras e jogos no processo pedagógico faz despertar o gosto pela vida e leva as crianças a enfrentarem os desafios que lhe surgirem. Trata -se do exercício de habilidades necessárias ao domínio e ao bom uso da inteligência emocional. A convivência de forma lúdica e prazerosa com a aprendizagem proporcionará a criança estabelecer relações cognitivas às experiências  vivenciadas, bem como relacioná-la as demais produções culturais ou simbólicas conforme procedimentos metodológicos compatíveis a essa prática. Brincando a criança se diverte, faz exercícios constrói seu conhecimento* e aprende a conviver com seus amiguinhos. O jogo cria ordem e é ordem: conforme VYGOSTSKY (1994,p.118) "A criança começa com uma situação imaginária, que é uma reprodução da situação real, sendo a brincadeira muito mais lembrança de alguma coisa que realmente aconteceu, do que uma situação imaginária nova. À medida que a brincadeira se desenvolve, observamos um movimento em direção á realização consciente do seu propósito". Finalmente surgem regras que irão possibilitar a divisão de trabalho e jogo na idade escolar. A adoção de característica lúdicas no relacionamento em sala de aula também encontra resistência. Talvez a principal delas seja a crença equivocada de que o brinquedo, o jogo trazem de si elementos perturbadores de ordem, levando a atitude de indisciplina. Paulo Freire afirma, que sem a coragem de correr risco, não existe educador. E jogar significa correr risco. Palavras Chave: Jogos, desafios, inteligência emocional, construção do conhecimento. *

Pedagogia Empresarial

Por Patrícia Rocha Cassimiro
O pedagogo  como instrumento de educação na empresa tem capacidade e os conhecimentos  necessários para identificar, selecionar e desenvolver pessoas para o âmbito empresarial. Este profissional possui competências para trabalhar na área de recursos humanos. A pedagogia vive a procura de estratégias e metodologias que garantam uma melhor aprendizagem, apropriação de conhecimentos, tendo como alvo principal gerar mudanças no comportamento das pessoas de modo que estas melhorem tanto a qualidade da sua atuação profissional quanto pessoal.
Portanto em função de toda a mudança, ocorre à necessidade do pedagogo se tornar uma pessoa critica e visionária capaz de se adaptar a mudanças, mais flexível, e que contribua efetivamente para o processo empresarial, com objetivo primordial de se apresentar de forma prática e teórica a função da área de treinamento e desenvolvimento de pessoal, bem como sua utilização para alcançar objetivos organizacionais. Transmitir técnicas de levantamento de necessidades, elaboração, mensuração, programas de treinamento. E também compreender e elaborar formas de mensurar resultados em treinamento e desenvolvimento.
O maior patrimônio da empresa é o ser humano por este motivo o foco maior é a gestão de pessoas. Nesses últimos tempos os lideres estão mais prudentes e dando mais valor aos seus colaboradores e a empresa.
O que se pode observar claramente é que o pedagogo empresarial cumpre um importante papel dentro das empresas e organizações articulando as necessidades junto da gestão de conhecimentos. Cabe a este profissional provocar mudanças comportamentais nas pessoas envolvidas, favorecendo os dois lados: o funcionário que quando motivado e por dentro dos conhecimentos necessários, sente-se melhor e produz mais e a empresa que quando se matem com pessoas qualificadas obtém melhores resultados e maiores lucratividades.
Contudo, o pedagogo e a empresa fazem uma ótima combinação, pois em tempos modernos ambos têm o mesmo objetivo de formar cidadãos críticos com competências para tal função.
O pedagogo empresarial necessita de uma formação filosófica, humanística e técnicas solidas. Sabendo que seu foco deve estar direcionado para as partes descritas, empregadores e empregados; ele ainda interage com todos os níveis hierárquicos, promovendo ações de reciprocidade, de trocas mutuas, através de suas ações de humanização.
Referencia bibliográfica:
RIBEIRO, Amélia Escotto do Amaral. Pedagogia Empresarial – atuação do pedagogo na empresa. Rio de janeiro: Wak Editora, 2003.